.

.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

"Tromba" - Dívida da Prefeitura de Cajazeiras com o IPAM ultrapassa R$ 30 milhões

De paraquedas - Em vésperas de eleições municipais, já tem se tornado uma rotina, o aparecimento de candidatos a prefeito do tipo copa do mundo, em alguns municípios da Região do Alto Piranhas. Geralmente são os filhos da terra que migram para São Paulo ou outras cidades ganham “uns trocados” e aparecem como salvadores, prometendo mundos e fundos, ávidos de poder.

De paraquedas 2 - O método mais usado por estes “emergentes” é o de patrocinar churrascos, festas e as tradicionais promessas de que não vai faltar emprego nem benesses para seus aliados e “patrocina” os descontentes com as atuais gestões para divulgar suas candidaturas. Poucas são os que vingam, mas a “muvuca” já começou.

Aprovação - Foi feita uma pesquisa recentemente no município de Joca Claudino e uma das perguntas era se a povo aprovava a mudança do nome de Santarém para Joca Claudino e o resultado ultrapassou os 70% de aprovação. Nesta pesquisa tem novidades sobre o processo sucessório no município.

A cria e o criador - Até recentemente, formavam um par inseparável: era como se fossem a cangalha e a caçamba, ou o anzol e a linha, mas como o poder cega e embriaga não deu outra: a criatura queria o lugar do criador. Resultado: romperam. Esta curta história tem muitos protagonistas em Cajazeiras, e dois deles se esmeram e são especialistas, ultimamente, na arte de trocar “farpas”.

A cria e o criador 2 - A eterna troca de “delicadezas” entre Carlos Antônio e Adjamilton Pereira pode até afastá-los de um íntimo convívio desde os tempos em que um era o prefeito e o outro seu fiel secretário (que jogava em todas as posições), mas os dois só não têm conseguido se separar de alguns processos na justiça, onde respondem solidariamente. Os profetas da política cajazeirense preveem que irão no futuro se misturarem de novo e dizem mais que um é apaixonado pelo outro. Tudo é uma questão de tempo.

Não é candidato - Antônio Vituriano de Abreu, ex-prefeito de Cajazeiras, ex-deputado estadual e federal, além de ser médico está concluindo o Curso de Direito na capital do estado e brevemente estará lançando um livro onde conta a saga da Família Abreu, tem proclamado aos quatro ventos de que não será candidato a prefeito de Cajazeiras, mas se tiver uma brecha…, quem sabe?

75 almas - O município de Cachoeira dos Índios tem lutado muito para conseguir passar do patamar de 0,06 para 0,8 e passar a ter direito de ampliar os recursos do seu FPM. Segundo estimativa do IBGE Cachoeira dos Índios tem uma população de 10.114 habitantes e para passar para 0.8 teria que alcançar 10.189 habitantes. Cachoeira recebe o FPM igual a um município com apenas dois mil habitantes.

75 almas 2 - O município de Cajazeiras poderá ceder uma pequena área de seu território, cujos habitantes têm todas suas atividades, assistências e benefícios em Cachoeira dos Índios. Anexação ou cessão de parte de um território entre municípios deve ser um processo doloroso, principalmente quando se trata de relacionamento com o IBGE. Só resta ao prefeito Bodinho proibir em Cachoeira dos Índios o uso de camisinha e de anticoncepcionais e incentivar a molecada a transar atrás do cemitério até nascerem mais 75 almas e dar um prêmio por produtividade.

Que crise? - O município de Poço de José de Moura poderá servir de exemplo para todo o país de como fugir da crise em que vive hoje o Brasil, ao promover uma grande festa, animada com uma renomada banda de forró. A banda teria sido 60 mil reais e a estrutura da festa teria sido patrocinada por empresários em troca da exploração dos serviços de bares e alimentos. Tem gente de olho no SAGRES.

Violência - A cidade de Cajazeiras que há pouco tempo foi agraciada como a cidade da região com o menor índice de violência, nos últimos meses perdeu esta posição e só este ano já mataram cerca de sete pessoas e mais uma dezena de tentativas de homicídios, além de ser campeã na apreensão de quilos de maconha e cocaína.

Violência 2 - Uma das causas do aumento da violência estaria ligada ao tráfico e consumo de drogas. Vale ressaltar que em algumas ruas de Cajazeiras, depois das dez horas da noite, são tomadas pelos traficantes e os ávidos usuários. Comenta-se nos bastidores que em Cajazeiras tem mais de 200 bocas de fumo. E a policia? Aí é outro detalhe, até porque os traficantes têm um domínio da situação maior que ela.


Jornal Gazeta do Alto Piranhas