sexta-feira, 5 de março de 2021

Perseguição religiosa: evangélica usa redes sociais para declarar sua indignação de ter votado no prefeito de Cajazeiras

 



Fonte: WhatsApp

Covid-19: Moderna confirma 13 milhões de doses da vacina para o Brasil

Promessa da companhia é garantir 1 milhão de doses até julho

Em reunião com o Ministério da Saúde hoje (5), a farmacêutica Moderna confirmou que poderá ofertar ao Brasil 13 milhões de doses de vacina contra covid-19 em 2021. Também foi discutido o cronograma de entrega dos imunizantes.

A promessa da companhia é garantir 1 milhão de doses até julho, e iguais quantias nos meses de agosto e setembro. Entre outubro e dezembro seriam disponibilizados os 10 milhões de doses restantes.

Em comunicado do ministério após o encontro, o secretário executivo da pasta, Élcio Franco, declarou que a posição apresentada pela empresa deu “segurança” para avançar na negociação e na assinatura do contrato.

De acordo com o secretário executivo, a negociação entrará agora na fase final. A minuta do contrato deverá ser elaborada para que o termo possa ser assinado pelas duas partes, concretizando a aquisição.

Franco lembrou que para a aplicação da vacina e o pagamento pelas doses é preciso que a vacina obtenha a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

Agência Brasil

quinta-feira, 4 de março de 2021

Justiça Federal determina que delator da Operação Andaime e empresa paguem dívida de R$ 2,88 milhões

O Juiz da 8ª Vara Federal da Comarca de Sousa expediu um mando de citação para que Francisco Justino do Nascimento, operador financeiro da Operação Andaime, e a empresa Servcon Construções Comercio e Serviços LTDA – EPP, CNPJ 10.997.953/0001-20, paguem, num prazo de cinco dias, uma dívida de execução fiscal em favor da Fazenda Nacional no valor de R$ 2.889.192,70, com juros de mora, multa, correção monetária e custas judiciais.

De acordo com a determinação judicial, caso Francisco Justino e a empresa dele, a Servcon, não paguem a dívida e nem garantida a execução, serão penhorados tantos bens quantos bastem para garantia integral do débito excutido.

Francisco Justino é réu e já foi condenado em diversas ações penais e cíveis por atos de improbidade administrativa, organização criminosa, fraudes em licitação, peculatos entre outros crimes, todas no âmbito da Operação Andaime.


Fonte: Debate Paraíba

quarta-feira, 3 de março de 2021

Estudantes do Campus Cajazeiras recebem menção honrosa na Olimpíada

A aluna Rosa Quitéria e o aluno Jorge Luiz foram os contemplados com a menção

Os alunos Rosa Quitéria Oliveira Arruda da terceira série e Jorge Luiz Martins conquistaram uma menção honrosa na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) idealizada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia Inovação e Comunicação (MCTIC), destinada a estudantes do Ensino Médio e do 8º e 9º ano do ensino fundamental de todo o Brasil, com o objetivo de divulgar o conhecimento científico a todos. Alunos de 64 escolas de Cajazeiras integraram o evento.

A competição foi realizada em duas fases de forma on-line. A primeira aconteceu no dia 07 de agosto de 2020 e a segunda fase foi realizada no dia 22 de janeiro de 2021. As provas versaram sobre as disciplinas de astronomia, biologia, física,  história e química.

Participando de uma olimpíada pela primeira vez, a estudante Rosa Quitéria conta que o incentivo para a participação veio de um professor. “Não sabia da Olimpíada, até que o professor de biologia Evaldo Lira de Azevêdo chegou com a ideia e eu aceitei.  Foi a primeira vez que participei de uma Olimpíada. Conseguir essa menção honrosa foi uma alegria muito grande, tanto pra mim quanto para minha família, que me encorajou. Aprendi muita coisa e agora pretendo participar de outras para continuar adquirindo conhecimentos”, comentou a aluna.

O outro estudante contemplado com a menção honrosa, Jorge Luiz Martins,  já é veterano em olimpíadas e tem colecionado medalhas em suas participações.

O professor Evaldo elogiou o desempenho dos alunos do Campus Cajazeiras que ele considera excepcional. Para o professor, isso mostra o quanto o Campus Cajazeiras do IFPB está preparado para executar sua tarefa de educar e incentivar os alunos a se destacarem em competições. Ele ressaltou também a importância dos investimentos em educação, ciência e tecnologia como instrumento de transformação do país. “A base da transformação de um país ocorre pela educação, e a partir daí a acontece a melhora nos índices relacionados à saúde, segurança, desenvolvimento científico e tecnológico do país vai acontecer naturalmente”, complementa.


Assessoria

A ação da ANVISA privilegia o mercado do ‘cannabusiness’ em detrimento da qualidade de vida de milhares de pacientes afirma deputado Jeová

Estima-se que no Brasil cerca de 13 milhões de pessoas poderiam se beneficiar do tratamento com Cannabis e esse mercado, em projeções modestas, pode movimentar entre R$ 1,1 bilhão a R$ 4,7 bilhões por ano, segundo estudo das empresas de dados do setor New Frontier e Green Hub. De olho nesta fatia lucrativa e no mercado bilionário de ‘cannabusiness’, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) entra na contramão da história e defesa dos pacientes ao pedir na Justiça que a Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), com sede em João Pessoa (PB), perca o direito de plantar, colher, manusear e produzir produtos de qualidade, a preços acessíveis, a base de canabidiol. A entidade, que atende famílias de todo o Brasil que precisam dos produtos para ter melhor qualidade de vida, e não tem fins lucrativos, aguarda o julgamento do recurso da ANVISA, que acontecerá no dia 18 de março, com grande expectativa.

“A decisão da ANVISA atende interesses deste mercado em ascensão, em detrimento de um trabalho sério que busca unicamente a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas que se beneficiam destes produtos a base do de canabidiol”, afirma o deputado estadual paraibano Jeová Campos.

Para mobilizar a opinião pública e sensibilizar as autoridades sobre essa determinação da Anvisa, a Abrace lançou uma campanha com a hashtag #abracenãopodeparar. O parlamentar, que preside a Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Paraíba, reitera que a Cannabis com fins medicinais é utilizada no tratamento de doenças como Epilepsia, Mal de Parkinson, dor crônica, entre outras e também apresenta grandes resultados para o autismo, dando melhor controle da condição cognitiva. “Já foi comprovado que as pessoas tratadas com os produtos à base de canabidiol ganham melhores condições para viver e entidades como a Abrace, que tem o único objetivo de facilitar o acesso a esses produtos, sem fins lucrativos, vai de encontro a esse tipo de conduta que não agrada a indústria farmacêutica e o lucrativo mercado de medicamentos tradicionais”, afirma o parlamentar.

O pedido de suspensão dos direitos da Abrace foi impetrado pela Anvisa no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Caso seja julgado favorável, a Associação perde o direito conquistado em 27 de abril de 2017, em decisão assinada pela juíza federal substituta da 2ª Vara, Wanessa Figueiredo. A Associação disponibiliza os produtos a base de Cannabis como óleo, pomada e spray para tratamento de epilepsia e outras doenças neurológica, apenas para os associados, assim como determina a decisão judicial deferida em 27 de abril de 2017.

O deputado alerta para o fato de que se uma indústria farmacêutica conseguir patentear o canabidiol, com insumos de fora do país, não vai vender esse produto a preço acessível. “O produto final desta indústria vai chegar ao consumidor com preço final muito caro e será acessível apenas a uma elite de privilegiados. A Anvisa com essa atitude deve estar de olho nessa fatia do bolo, por isso ataca as associações sem fins lucrativos, a exemplo da Abrace, que não entram nesse jogo de lucratividade”, destaca Jeová, lembrando que a ANVISA ao mesmo tempo em que pede a suspensão dos trabalhos da Abrace já está autorizando laboratórios de grande porte a vender produtos a base de canabinóides. “Será apenas coincidência tudo isso”, questiona Jeová.

Sobre Lei - Há em tramitação no Congresso Nacional, desde 2006, um PL que busca viabilizar o uso lícito dos medicamentos que tenham como princípio ativo substâncias oriundas da maconha. Trata-se do PL 399/2015, de autoria do deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), que altera o art. 2º da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006. A proposta é viabilizar a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação, permitindo que a sociedade brasileira possa ser beneficiada com o uso de apresentações farmacêuticas que tenham na sua fórmula a Cannnabis sativa, ou partes dela, ou ainda de canabinoides.

 

Assessoria 

Campina registra em uma semana aumento de 44% para novos casos de covid-19 e dados contradizem posição da PMCG

Um Relatório de Pesquisa divulgado na última segunda-feira (1º), pelo professor Josenildo Brito de Oliveira, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), sobre os novos casos de covid-19 em Campina Grande, revela que a doença segue em uma tendência de alta. Nos últimos dias, o trabalho do professor registrou que o município teve um aumento de 44% em novos contaminados pela pandemia. 

Os dados rebatem o discurso e as medidas de contenção da doença adotadas pelo prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD) na cidade.

“A cidade segue com números crescentes e preocupantes. No âmbito estadual, os dados também são alarmantes. A Paraíba vem registrando alta no crescimento dos óbitos há um mês, e, somente na última semana, houve um crescimento de 11,4% no número de mortes”, explicou o professor.

Até o próximo sábado (6), segundo a pesquisa, estima-se que a Paraíba alcançará a marca de 228.713 casos da doença, com 4.592 óbitos registrados. Já Campina Grande deve chegar aos 21.334 casos, contabilizando 578 mortes. O projeto estuda dados obtidos através do site da Universidade Johns Hopkins (EUA) e do Ministério da Saúde e governos de PB e SP. Também conta com a colaboração do estudante Pedro Barbosa (UAEP/CCT).

Posição da PMCG – Há poucos dias o prefeito adotou algumas medidas no novo decreto, como a determinação de fechamento de bares, restaurantes, lojas de conveniência e praças de alimentação às 23h, capacidade máxima de 100 pessoas em eventos como casamentos e formaturas e permissão de ocupação de 50% em igrejas.

Ainda de acordo com Bruno, a fiscalização do cumprimento do novo decreto será intensificada e a punição se dará em três etapas. Na primeira etapa, em caso de descumprimento do decreto, haverá autuação, em caso de reincidência, haverá autuação e fechamento do estabelecimento por sete dias. Já em caso de nova reincidência, haverá multa e fechamento do estabelecimento por 14 dias. A que tudo indica essas medidas não vem surtindo efeito na escalada de novos casos.


Redação

Cajazeiras recebe visita técnica de ONG de São Paulo

A cidade de Cajazeiras partiu na frente para encerrar o seu lixão e dar um destino correto aos seus resíduos sólidos. E entre os passos a serem dados nesse sentido, está a implantação da Coleta Seletiva, uma luta que vem se desenvolvendo com muito êxito, e que levou o município a ser selecionado entre 12 no Brasil a receber apoio da ONG Recicleros de São Paulo.

Nesta quarta-feira, 03, a cidade do Padre Rolim recebeu a segunda visita técnica da referida entidade paulista, exatamente, para discutir com a gestão municipal, a Associação dos Catadores de Material Reciclável e outros segmentos da sociedade, a consolidação do Plano Municipal de Coleta Seletiva.

A secretária de Meio Ambiente, Maria das Dores Abre “Branquinha Abreu”, destacou a importância desse projeto para se avançar numa solução definitiva para o grave problema do lixão a céu aberto. "Vamos aproveitar a presença dos técnicos da ONG em Cajazeiras para avançarmos nesse processo", comentou a secretária, ressaltando o compromisso e o apoio do prefeito Zé Aldemir para se atingir o objetivo.

“Branquinha” disse que essa é uma causa muito importante para Cajazeiras, devendo se constituir num grande feito do atual mandato do prefeito Zé Aldemir.

 

Com Assessoria 

terça-feira, 2 de março de 2021

"Dia inesquecível", diz Pelé, 80 anos, ao ser vacinado contra covid-19

Craque se refugiou em Guarujá (SP) para se proteger da pandemia

O tricampeão mundial Pelé, de 80 anos, foi vacinado nesta terça-feira contra a Covid-19 e comemorou o "dia inesquecível", mas alertou que a pandemia ainda não acabou e que as pessoas devem cumprir as medidas de prevenção para evitar mais mortes.

Uma foto do momento em que o ex-jogador recebeu a primeira dose do imunizante tirada por sua esposa Marcia Aoki foi publicada nas redes sociais de Pelé. Na imagem, ele faz sinal de positivo ao receber a injeção.

"Hoje foi um dia inesquecível. Eu recebi a vacina!", disse Pelé em texto que acompanha a publicação. "A pandemia ainda não acabou. Nós precisamos manter a disciplina para preservar vidas enquanto muitas pessoas ainda não foram imunizadas. Por favor, lavem bem as mãos e continuem em casa, se possível. Quando você sair, não esqueça de usar máscara e de manter o distanciamento social. Isso vai passar se conseguirmos pensar no próximo e ajudar uns aos outros", acrescentou.

Pelé, que completou 80 anos em outubro, recebeu a vacina por fazer parte do grupo prioritário devido à idade. Ele passa a maior parte do tempo em casa no Guarujá (SP) para se proteger da pandemia.

Atualmente Pelé caminha com dificuldades devido a um problema no quadril. Nos últimos anos ele passou por hospitalizações por diferentes problemas de saúde.

 

Agência Brasil

Deputados aprovam PL que disponibiliza ferramenta digital no site do DETRAN de comunicação online de compra e venda de veículos

Quem comprar ou vender um veículo na Paraíba poderá dispor, em breve, de uma ferramenta online que vai tornar-se um marco temporal para efeito de responsabilidades perante ao DETRAN. O PL 1.495/20, de autoria do deputado Jeová Campos, foi aprovado por unanimidade em sessão remota desta terça-feira (02). Na prática, com a disponibilização da ferramenta, o comprador e o vendedor do veículo poderão comunicar ao Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba – DETRAN-PB, o ato da transação. “O grande alcance desta proposta entre os proprietários de veículos automotores é assegurar a comunicação da transferência de propriedade, evitando que infrações de trânsito cometidas pelo comprador do bem não fiquem em nome do antigo proprietário. Com isso, as multas ou qualquer infração que seja praticado com esse veículo passam a ser respondidos por quem de direito. Essa ferramenta facilita a vida de quem compra e quem vende o veículo, evitando dores de cabeça desnecessárias a partir da transação”, reitera Jeová.

De acordo com a proposta, será disponibilizado no site do DETRAN-PB uma ferramenta digital destinada à comunicação on line de venda de veículos para comunicação da venda, contendo campos destinados ao preenchimento obrigatório pelo comunicante dos dados do vendedor e do comprador - nomes completos, CPF/CNPJ, RG, endereços e telefones, e do veículo - placa, Renavan e chassi. O PL prevê ainda que esse campo inclua a inserção de documentos. Ainda de acordo com o PL, o proprietário de veículo que deseje realizar a comunicação on line definida no art. 1º, deverá anexar cópia autenticada do CPF/CNPJ do comunicante, e do Certificado de Registro de Veículo – CRV devidamente preenchido, datado e com assinaturas do vendedor e, comprador reconhecidas na modalidade por autenticidade.

Pela proposta aprovada pelos deputados, após a finalização da comunicação “on line” da venda do veículo, o sistema do DETRAN-PB deve emitir um protocolo do comunicado que conterá o número do processo, sendo que a comunicação de venda deverá ser analisada e aprovada ou não pela Divisão de Registro de Veículos – DRV do DETRAN-PB, cabendo ao comunicante o acompanhamento da tramitação até a efetiva conclusão.

“Com esse processo, os efeitos legais serão produzidos imediatamente após o deferimento da comunicação de venda, inclusive eximindo o comunicante de multas de trânsito. Hoje é comum você vender um carro e receber multas em seu nome depois da transação porque quem comprou o veículo não fez a transferência e com essa ferramenta isso não mais acontecerá”, argumenta o deputado que na defesa de seu PL agradeceu aos assessores técnicos de seu gabinete, Hugo Moreira e Carlos Mello, pela redação do PL. A matéria agora segue para apreciação do governador João Azevêdo.

 

Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 1 de março de 2021

Terra de Padre Rolim, Comarca de Cajazeiras investe na intensificação do atendimento virtual

Situada na região do Alto Piranhas, Sertão paraibano (a 477 km da Capital), a Comarca de Cajazeiras investe na intensificação e aprimoramento das formas de atendimento virtual, para maior efetividade jurisdicional. O diretor do Fórum Promotor Ferreira Júnior, juiz Hermeson Alves Nogueira, disse que o objetivo é avançar no uso de ferramentas tecnológicas, para facilitar o acesso à Justiça, reduzir a taxa de congestionamento e aumentar o Índice de Atendimento à Demanda (IAD), medido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O magistrado cita, dentre as medidas, a futura instalação da Sala Virtual de Atendimento a Distância (SATJ), na sede da comarca, com previsão para março. A inauguração será feita pelo Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, que entregou, recentemente, a SATJ do Fórum Criminal da Comarca de João Pessoa. “A iniciativa representa a modernidade e se trata de algo irreversível, que é a virtualização de quase todo o Judiciário num futuro muito próximo”, afirmou o Desembargador, na ocasião.

Juiz Hermeson Alves Nogueira
Hermeson Alves, que também é titular do Juizado Especial Cível e Criminal, explica que a Sala Virtual foi criada para a realização de oitivas, em que testemunhas ou partes de um processo judicial são ouvidas por videoconferência. “Com isso, evita-se a expedição de carta precatória. Por exemplo: uma ação penal que seja movida na Comarca de João Pessoa, e a testemunha resida em Cajazeiras, ela será ouvida na Sala Virtual”, observa.

O juiz informou que o TJPB também fará uma atualização dos equipamentos de informática. “Isso é fruto de uma política de renovação na área de tecnologia da informação, por parte da administração do Tribunal, o que vai gerar maior eficiência e segurança quando da realização dos atos de maneira eletrônica”.

Ele lembrou, ainda, o uso do aplicativo Zoom, ferramenta muito eficiente para a realização de audiências e atos virtuais, disponibilizada pelo Tribunal, além da pretensão de utilização de sistema de atendimento robótico, notadamente por meio do aplicativo WhatsApp, a exemplo da inovação criada pelo juiz Pedro Davi Alves de Vasconcelos, titular da 1ª Vara Mista da Comarca de Piancó.

Atualmente, todas as demandas na Comarca de Cajazeiras são distribuídas de forma virtual, por meio do sistema PJe (Processo Judicial eletrônico), inclusive as ações penais. “Nós não temos mais distribuição por meio físico. Isso facilita o atendimento ao jurisdicionado”, afirma.

Segundo Hermeson Alves, apesar do período difícil decorrente da pandemia (Covid-19), do estado de calamidade pública e da aplicação de vários protocolos sanitários, com distanciamento social e restrição de atividades presenciais, o Judiciário em Cajazeiras registrou um crescimento significativo na produção. “Houve redução de casos ativos, com queda da taxa de congestionamento. Isso foi proporcionado, em parte, pela tecnologia”.

Ainda no campo de atendimento, o diretor do Fórum disse que haverá a instalação de Posto Avançado do Tribunal de Justiça da Paraíba (PATJ) em Cachoeira dos Índios e Bom Jesus, que estão sendo viabilizados mediante convênio com os respectivos municípios. Neles, os jurisdicionados poderão ser atendidos, por videoconferência, pelos magistrados da comarca-sede. A data de inauguração será definida pelo Presidente do TJPB.

A Comarca de 2ª entrância, que tem sede em Cajazeiras, município com uma população de 62.289 habitantes, têm dois termos judiciários: Bom Jesus e Cachoeiras dos Índios. Desta forma, atende a mais de 75 mil jurisdicionados. Possui hoje cinco unidades, sendo duas com competência criminal (1ª Vara e 2ª Vara), duas cíveis (3ª Vara e 4ª Vara) e um Juizado Especial Cível e Criminal. Além de Hermeson Alves, atuam as magistradas Dayse Maria Pinheiro Mota e Mayuce Santos Macêdo.

Num trabalho conjunto, em um ano, os magistrados obtiveram um aumento de 95,73% de casos novos arquivados; redução de 13,09% de processos pendentes; redução de 18,51% da taxa de congestionamento; e aumento de 154,86% no índice de atendimento da demanda.

Uma mudança que veio para ficar

Juíza Mayuce Santos Macêdo
A juíza titular da 4ª Vara Mista, Mayuce Santos Macêdo, que hoje responde também pela 2ª Vara Mista, afirma que o Judiciário vivencia uma nova realidade, que permanecerá, “independentemente das circunstâncias que nos levaram a tudo isso”.

“Temos dado continuidade à forma de trabalho desenvolvida no ano passado, ou seja, realização de audiências e atendimentos virtuais, e instituído o teletrabalho. Já no retorno dos serviços forenses do ano de 2021, intensificamos a marcação das audiências de forma virtual, e raramente as partes têm necessitado de acesso presencial, tendo em vista que a maior parte consegue acesso aos meios eletrônicos, sendo as dúvidas sanadas pelos servidores do cartório”, afirma a magistrada.

Segundo ela, muitos atos, inclusive, são cumpridos de forma mais célere e econômica, através de aplicativos de mensagens, como intimações que seriam por mandado judicial, sem necessidade de deslocamento do oficial ao local.

“Com toda essa revolução, é inegável que tivemos um incremento na produtividade, pois o trabalho remoto proporciona maior tempo e tranquilidade para apreciação dos diversos feitos, bem como a aceleração no cumprimento dos atos. Até mesmo os servidores dedicam-se mais e mais ao cumprimento de suas atribuições, estando a maior parte em trabalho remoto”, relata.

Mayuce Santos lembra que “vivemos um momento difícil e de incertezas que a pandemia nos trouxe, mas nos adaptamos, preservando, ao máximo, nossa saúde, e nossa meta é sempre evoluir, procurar abusar da tecnologia”. Cada vez mais, segundo a juíza, todos os envolvidos se dão conta dos benefícios dessa nova forma de atuação, e têm contribuindo para o seu sucesso.

Juíza Dayse M. Pinheiro Mota
O mesmo pensamento é compartilhado pela juíza Dayse Maria Pinheiro Mota: “Desde o princípio do isolamento social, não geramos nenhum prejuízo maior para o andamento dos processos, no sentido de dar uma resposta aos jurisdicionados”.

“Não paramos de realizar as audiências, inicialmente, pela plataforma Cisco Webex e, agora, pela Zoom. Obviamente que, em alguns casos, quando há certa dificuldade, a exemplo de pessoas que moram na zona rural, não têm conexão com a internet para acessar a plataforma ou sentem dificuldade de acessá-la, a gente marca a audiência semipresencial e a pessoa é direcionada ao fórum, enquanto os demais participantes, que possuem acesso à internet, permanecem de forma virtual”, explica ela.

A magistrada lembra que o trabalho remoto foi uma inovação que causou certo impacto. “Mas, hoje, já estamos acostumados”, afirma. Dayse Mota é titular da 3ª Vara Mista, que, “digamos assim, tem uma responsabilidade social maior, direcionada à área de família, ao realizar casamentos”. Ela conta que os matrimônios também ocorrem de forma virtual, “obviamente para aqueles que nos procuram e demonstram interesse que seja desta maneira”.

Num único dia, a juíza da 3ª Vara oficializou cinco casamentos, em parceria com o cartório extrajudicial. “Assim, as pessoas não deixam de realizar o sonho do casamento”. Outro serviço que é executado com muita atenção é o atendimento aos advogados, embora remoto. “Procuro atender a todas as demandas, dirimir dúvidas, sempre no menor tempo possível, buscando, sempre, preservar o máximo de 24 horas”.

O teletrabalho e o desempenho mais satisfatório

José Campos Leite Neto
José Campos Leite Neto, analista judiciário, hoje na função de chefe da Distribuição do Fórum Ferreira Júnior, conta que os servidores estão atuando em teletrabalho parcial. “Em alguns dias, a gente vem ao fórum para atender aos jurisdicionados ou advogados, quando se tratar de casos de urgência, que necessitem realmente da presença do servidor para tirar alguma dúvida ou então emitir algum documento que não possa ser feito de forma remota. Do contrário, a exemplo de cartas precatórias, tudo é virtual”, afirma.

No tocante à convivência com os servidores, a juíza Dayse Mota destaca que, mesmo com o teletrabalho, “não deixamos de nos reunir, de forma virtual, quando vejo a necessidade de conversar para dirimir dúvidas. Nos reunimos pela plataforma Zoom, e lavramos ata para registrar o que foi conversado, o que foi sugerido, objetivos, metas”.

José Neto garante que, numa comparação ao período anterior à pandemia, os servidores têm desempenhado as atividades de forma muito mais satisfatória, com maior celeridade, até porque “a gente tem praticado atos em horários diversos”.

“Infelizmente, o que lamento é que o relacionamento presencial com os colegas de trabalho tem sido muito breve. Quando um servidor vai, o outro fica em casa, no teletrabalho. A gente segue respeitando as normas sanitárias, para que ninguém seja contaminado pela Covid-19. Esperamos que isso acabe e que tudo volte ao normal”, desabafa José Neto.

O analista judiciário destaca, como fator para o êxito do trabalho, também, a digitalização e virtualização dos processos. “Isso tem gerado economia grande, principalmente em relação ao material de expediente, e celeridade quanto aos atos processuais”, garante.

Cajazeiras, a cidade nascida em volta do Colégio de Padre Rolim

Foto: https://www.pbtur.com.br/cidade/cajazeiras
A cidade de Cajazeiras originou-se de um sítio com a mesma denominação - devido às árvores existentes no local -, parte da sesmaria concedida em 7 de fevereiro de 1767, pelo Governador da Capitania, Jerônimo José de Melo, ao pernambucano Luís Gomes de Albuquerque. Como presente de casamento, Luís Gomes de Albuquerque doou à sua filha, Ana de Albuquerque, o sítio “Cajazeiras”, quando contraiu núpcias com Vital de Souza Rolim, membro de tradicional família de Jaguaribe-CE.

Do consórcio, entre outros filhos, nasceu Inácio de Sousa Rolim, a 22 de agosto de 1800, que se ordenou padre em Olinda, voltando, mais tarde, para o sítio de seus pais onde fundou um colégio, em 1843. Em volta do colégio, foi nascendo a povoação. Cresceu a cidade, que, logo, se tornou poderoso núcleo da região. Cajazeiras singularizou-se, assim, dentre todas as cidades do Brasil, pois teve, a exemplo de São Paulo, seus alicerces firmados em um estabelecimento de ensino. (Fonte: IBGE)

Em 23 de novembro de 1863, três meses após a fundação de Cajazeiras, a lei provincial nº 92 eleva o distrito à categoria de vila e o desmembra de Sousa, tornando-se município. No mesmo dia foi instalada a Câmara Municipal. Desde a emancipação política de Cajazeiras, desmembram-se do seu território São José de Piranhas (1885),[11] Cachoeira dos Índios (1961) e Bom Jesus (1963), todos distritos antes de se tornarem municípios.


Assessoria de Imprensa / TJPB

Eva comemora emenda de meio milhão de reais para a APAE através da Assistência Social

Emenda foi conseguida a pedido de Eva ao Deputado Federal Pedro Cunha Lima

A Câmara Municipal de Campina Grande aprovou a abertura de crédito adicional especial ao orçamento da Prefeitura Municipal de Campina Grande no valor de R$500.000,00(quinhentos mil reais) com vistas a inclusão de elementos de despesas em ação do Fundo Municipal de Assistência Social destinada a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE - CG).

O Projeto de Lei 113/2021 foi aprovado na sessão do dia 24 pela Câmara Municipal de Campina Grande e foi fruto de uma emenda parlamentar do Deputado Federal Pedro Cunha Lima ao orçamento geral da união para atender a importante associação a pedido da então Secretária da Assistência Social de Campina Grande Eva Gouveia ainda na gestão do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD).

"Assim fiz como secretária de município e continuo a fazer agora como Vereadora. Trabalhar pelos mais vulneráveis", destacou a Vice-Presidente do Poder Legislativo em Campina Grande.


Assessoria de Imprensa

Emergência e Urgência do Hospital de Patos registra maior volume de atendimento no domingo

O plantão da Emergência e Urgência do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) neste final de semana foi marcado por 173 atendimentos, 15 cirurgias e 24 pessoas acidentadas. O maior volume de atendimentos foi no plantão do dia 28, quando 83 pessoas foram atendidas. No sábado, outras 70 pessoas deram entrada na unidade e das 18h até a meia noite da sexta-feira, outros 20 atendimentos foram registrados.

O relatório de gestão do hospital, que integra a rede estadual de saúde, apontou ainda que 24 pessoas deram entrada na unidade por causa de acidentes de trânsito, sendo 17 deles decorrentes de acidentes com motos, quatro com bicicletas, um com acidente de automóvel, outro por atropelamento e ainda uma pessoa vítima de acidente com veículo de tração animal. Dos 24 acidentados, cinco precisaram ficar internados para cuidados posteriores. A maior parte dos acidentados foi da cidade de Patos, com 12 pessoas no total.

Na emergência, além dos casos envolvendo os acidentados com motos, os demais principais motivos dos atendimentos da unidade neste final de semana foram de pacientes com sintomas de síndrome gripal, queda da própria altura, dor abdominal, dificuldade de respirar, náusea e vômito, queda de nível, dor renal, contusão diversas, entre outros motivos.

Das 15 cirurgias realizadas, a maior parte foi de cirurgia geral, com oito procedimentos, seguida de ortopedia e oncologia, com três casos em cada uma das especialidades e ainda um procedimento vascular.


Assessoria