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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Após envolvimento e repercussão de lobby e supostas fraudes em vistorias de veículos no Detran, ex-prefeito de Cajazeiras se defende em redes sociais

Matéria que deu ampla repercussão na edição do último domingo (10/01), editada pelo Jornal da Paraíba, tem causado grande dor de cabeça ao ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Antônio Araújo de Oliveira (DEM), pois, o mesmo e seu fiel escudeiro Mário Messias Filho, o “Marinho”, que está preso sob acusação de ser um dos mentores e líder de uma quadrilha, que desviou mais de R$ 18 milhões de reais, com licitações fraudulentas em diversas prefeituras da região e, inclusive, à Prefeitura de Cajazeiras – que foi intitulada “Operação Andaime”, também estariam, segundo o referido jornal – envolvidos em lobby e fraudes no Detran da Paraíba.

A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público e, indica um suposto esquema que provocaria prejuízo em torno de R$ 800 milhões ao Estado, pois, um calhamaço de documentos contidos em denúncia endereçada ao Ministério Público Estadual a que o Jornal da Paraíba teve acesso mostra que as últimas suspeitas de corrupção no Departamento de Trânsito da Paraíba (Detran) são só a ponta do ‘iceberg’.

Os documentos apontam para um suposto esquema com a intenção de fraudar os cofres públicos em mais R$ 800 milhões por ano. O órgão nega as acusações endereçadas à Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa do MPPB e, que o ex-prefeito de Cajazeiras estaria envolvido através de manobras de operação para o credenciamento da empresa Taos Brasil Vistoria Veicular Ltda., com sede em João Pessoa, onde o sócio que assina os requerimentos da referida empresa é um sócio/proprietário da empresa Rede Net Comércio Serviços de Tecnologia Ltda., com sede em Cajazeiras e que presta serviços à Prefeitura da Terra do Padre Rolim, que um servidor do município é o gerente da confiança do ex-prefeito.
Agindo em defesa própria, Carlos Antônio atribuiu a veiculação da matéria a inimigos políticos e questões pessoais, pois, ele chegou a afirmar que não conhece o empresário que responde pela empresa que presta serviços de Internet à prefeitura. Ainda de acordo com o ex-gestor, o mesmo entrará com representação judicial em desfavor dos caluniadores que estão tentando macular sua imagem. O esquema descrito relaciona um verdadeiro exército para a legalização da atuação da Taos Brasil, inclusive com o pagamento de propina e uso de lobistas.


Da redação
Com Jornal da Paraíba