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terça-feira, 29 de março de 2016

Presidente do PSOL/PB convoca para os atos do dia 31 de março e não poupa o Governo Dilma

“Ufa! Após ‘listão’ da Odebrecht muitos grupos e pessoas pararam para refletir o que de fato ocorre em nosso país; não por acaso algumas empresas de comunicação mentiram ao dizer que o PSOL e o PCB receberam dinheiro ilegal, essas empresas não querem o fortalecimento de novas direções que não tenham orientados pelo golpe, que sejam de fato diferentes e estejam do lado dos/as trabalhadores/as”, foi a afirmação do Presidente do PSOL da Paraíba, Tárcio Teixeira, após os poucos dias de quase estabilidade no Brasil provocada pela divulgação da lista da Odebrecht.

As declarações de Tárcio tentam dialogar com os questionamentos de milhares de pessoas que estão perplexas com uma lista conhecida desde a 23ª fase da operação Lava Jato e que só agora foi liberada pelo Juiz Sérgio Moro, ao contrário do que ocorreu com nomes de fases seguintes e divulgadas de imediato; o que fez muitos/as se perguntarem por quais motivos Moro vazou informações de forma tão seletiva e guardou outras.

No caso da Paraíba, além do já conhecido processo ligado a Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) que o referido Juiz guarda em sua gaveta há um bom tempo, foi a vez da população conhecer que Cássio, Cícero Lucena, também do PSDB, e Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), são outros nomes que estão na lista da Odebrecht; além de nomes nacionais como Aécio Neves (PSDB/MG) e Romero Jucá (PMDB/RR).

Centenas de outros nomes aparecem na Lava Jato, mas apenas quatro partidos, entre os que possuem registro legal, não receberam recurso das empresas envolvidas na Operação Lava Jato, PSOL, PSTU, PCB e PCO. Para o presidente do PSOL na Paraíba não é por acaso, ele afirma que: “são partidos que tem um alinhamento de esquerda, diferente do PT que há anos resolveu governar em parceria com o PMDB de Sarney e Eduardo Cunha, que em diversas votações não tiveram o mínimo constrangimento em votar conjuntamente com o DEM ou o PSDB no Congresso Nacional em projetos que retiram direitos”.


Perguntado sobre qual caminho do PSOL seguirá, se é pelo fica Dilma ou pelo fora Dilma, Tárcio é direto ao afirmar ser pelo fora Dilma em 2018, que o PSOL deve ser fortalecido enquanto alternativa, mas completa: “os Governos do PT há um bom tempo não estão com os/as trabalhadores/as, somos oposição de esquerda ao atual governo que retira direitos votando em parceria com o PSDB e o PMDB, mas antes de qualquer coisa somos defensores/as da liberdade, da democracia, somos contra o golpe e vamos convocar nossa militância para os atos do dia 31 de março, contra a atual política econômica do Governo, pelo Fora Eduardo Cunha, Contra o Ajuste Fiscal do Governo Dilma e em Defesa da Democracia; não adianta tirar Dilma e deixar Temer, Cunha ou Renan, eles/as passam, a democracia e a liberdade precisa ficar”.


Assessoria de Comunicação do PSOL-PB