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sexta-feira, 4 de março de 2016

Potencial de energia limpa existente na PB será pauta de reunião na SUDENE

O deputado estadual, Jeová Campos, se reúne na próxima segunda-feira (07) com o superintendente da SUDENE, João Paulo, em Recife

O segundo local do mundo onde se tem a maior incidência de radiação solar fica na Paraíba, nas imediações da cidade de São Gonçalo, mas, atualmente, todo esse potencial é desperdiçado. Mas, se depender do presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da ALPB, deputado estadual Jeová Campos e um grupo de estudiosos do clima, esse desperdício está com os dias contados. Na próxima segunda-feira (07), o parlamentar vai se reunir com o presidente da SUDENE, João Paulo, para ver de que forma a instituição pode contribuir com um projeto de aproveitamento da energia solar e eólica, que aproveitará o potencial de energia limpa existente na Paraíba. O encontro está marcada para às 9h, em Recife.

Além do deputado, o coordenador técnico do Comitê de Energia Renovável do Semi Árido, César Nóbrega, o professor da área de Engenharia Elétrica e Eletrotécnica do IFPB, Walmeran Trindade, o professor da UFPE, Heitor Scalambrini, o ex-deputado Chico Lopes e o assessor do gabinete de Jeová, Hugo Feitosa, vão participar da reunião.

“Vamos provocar a SUDENE e pedir ajuda para aproveitarmos esse enorme potencial, que nos é dado de graça, pela natureza colocando, desta forma, a Paraíba no caminho do aproveitamento das energias consideradas limpas e renováveis”, disse Jeová.
Ainda segundo o parlamentar, a natureza também foi pródiga com a Paraíba que tem um grande potencial de silício, um dos principiais materiais utilizados na fabricação de células fotovoltaicas que captam a luz solar transformando-a em energia. “Precisamos ver de que forma aproveitamos esse potencial para gerar novos negócios emprego, trazer investimentos e, sobretudo, estimular o uso de energia renovável”, destaca Jeová.

E uma das propostas para utilização da radiação solar que existem em abundância no sertão paraibano é criar arranjos produtivos locais, utilizando a tecnologia nacional de produção desde a célula até o módulo, já desenvolvida pela PUC do Rio Grande do Sul. “As células fotovoltaicas e toda a tecnologia utilizada no Brasil para captação de energia solar  é importada, o que encarece os custos de implantação de projeto com, esse objetivo, mas a PUC-RS tem o domínio desta essa tecnologia, porque não utilizá-la em projetos pilotos na Paraíba”, sugere Jeová.

Ascom