quarta-feira, 9 de junho de 2021

CHRDJC muda fluxo interno de transporte de pacientes Covid que necessitam realizar exames no Centro de Imagem da unidade

Com a crescente demanda de pacientes do setor Covid, muitos dos quais necessitam realizar exames de imagem para diagnóstico e controle da doença, a direção do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) resolveu mudar o fluxo interno de transporte destes pacientes das enfermarias do isolamento para o Centro de Imagem (CDI), onde está instalado os equipamentos, inclusive, o Tomógrafo da unidade.  Com a alteração, ao invés dos pacientes do isolamento se dirigirem ao CDI pelo corredor central, agora eles circulam por um corredor interno, que dá acesso a uma porta reservada para as salas de exame. A mudança do fluxo só foi possível agora graças à ampliação do setor Covid.

Outra mudança implantada, essa semana, para ampliar a proteção dos demais pacientes, foi a restrição dos exames do Tomógrafo, exclusivamente, aos casos de urgência, emergência e dos pacientes Covid. “Com o alto fluxo de exames de rotina eletivos, por mais que a gente higienizasse o ambiente adequadamente, ainda corríamos o risco de, num dado momento, abrimos espaço para uma contaminação. Então, decidimos suspender, temporariamente esses exames que podem esperar e, enquanto os casos de Covid estiverem em alta, os exames eletivos estarão suspensos”, explica o diretor geral do Complexo, Francisco Guedes.

Ainda segundo Francisco, essa mudança de fluxo de pacientes com coronavírus para realização de exames só foi possível em função da ampliação do isolamento Covid. “Com a ampliação das enfermarias, o espaço destinado para o setor cresceu, o que nos permitiu criar uma espécie de corredor interno no hospital, quase exclusivo para ao trânsito destes pacientes, onde não transitam pacientes com outras enfermidades”, afirma Francisco, lembrando que antes disso acontecer, os pacientes Covid que eram levados pelos maqueiros para a realização de exames fora do isolamento, usavam máscaras, não ficavam transitando e nem esperavam para fazer exames e ainda obedeciam aos protocolos de distanciamento seguro. “Era um fluxo que não oferecia riscos, mas com a mudança temos agora um fluxo melhor ainda”, finaliza Francisco.


Assessoria