Assessoria de Imprensa
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Por isso, a rede de ensino da LBV, fundamentada na Educação com Espiritualidade Ecumênica, prioriza igualmente a capacitação periódica de seus profissionais. É imprescindível o preparo deles na aplicação das diretrizes da linha educacional que desenvolvemos na Legião da Boa Vontade há 72 anos. Fazem parte dela a Pedagogia do Afeto (para crianças) e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico (para jovens e adultos), que agregam valores espirituais e materiais no trato fraterno e disciplinante dos educandos.
A responsabilidade de um educador ultrapassa o entendimento comum. Em seu verbo, encontra-se o sábio poder de transformar destinos para o Bem. A inspiração adotada tem de ser sempre a melhor possível. Por exemplo, a do Pai Celestial, Criador e Pedagogo do Universo, cujo método de aprendizado está na própria Natureza, que nos cerca e da qual somos integrantes.
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
As contas anuais do Governador João Azevedo Lins Filho estavam agendadas para esta quinta-feira (28), às 9hs, em sessão extraordinária. O conselheiro relator (Proc. nº TC 05959/20) explicou que o Procurador justificou por meio de documentos anexados ao requerimento nº 4004/22. Reiterou que o processo já conta com Parecer Ministerial e está devidamente instruído para análise em plenário.
Consta no relatório técnico do Tribunal de Contas a verificação dos limites constitucionais, execução orçamentária, balanços e demonstrações financeiras, bem como outros subsídios que concorram para o conjunto de elementos que possam influir no parecer conclusivo. O relatório é submetido ao gestor para eventual defesa. Após última análise, vai ao Ministério Público de Contas para emissão de parecer.
Com base nos estudos das unidades técnicas da casa, bem como no Parecer emitido pelo Ministério Público de Contas junto ao TCE, o relator encaminha seu voto, que será submetido ao Pleno, em sessão extraordinária. É elaborado o parecer prévio favorável ou não, sobre as contas do Governador. Este parecer é votado pelos conselheiros do TCE, e na sequência, encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem cabe o julgamento definitivo das contas.
Assessoria de Comunicação - TCE/PB
Como ex-vereador e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano disse que sabe muito bem os desafios que os municípios enfrentam e destacou a importância da pauta municipalista e do comprometimento do Congresso Nacional com o desenvolvimento do Brasil e a atenção devida que os prefeitos precisam para gerir suas cidades com condições de proporcionar os serviços públicos necessários e com qualidade aos cidadãos.
Saudando o presidente da Confederação Nacional dos Municípios – CNM, Paulo Roberto Ziulkoski, e demais autoridades presentes, Veneziano priorizou três eixos principais em sua fala, que tem a sua atenção e a atenção do Congresso Nacional – Câmara dos Deputados e Senado Federal – e que devem ser priorizados em todas as discussões municipalistas.
Primeiro, sobre a base federativa, a importância que foi conferida aos Municípios a partir da Constituição de 1988. “A Constituição reconheceu que se identificava nos municípios o esteio dessa federação. Afinal, tudo ocorre, a principio, em nossos municípios: as nossas relações pessoais, as decisões, o que ouvimos para legitimar as ações de governo... tudo ocorre a partir da nossa base, dos municípios”.
O segundo ponto, segundo Veneziano, é indissociável do primeiro: a necessidade de mobilização dos gestores municipais. “É de suma importância estarmos permanentemente nos mobilizando, refletindo sobre aquilo que nós avançamos, sobre as consequências das decisões tomadas e, mais ainda, debatendo e discutindo sobre aquilo que ainda temos que percorrer, obstinadamente. Como hoje, aqui nesta 23ª marcha, estamos a realizar”.
O terceiro ponto, também fundamental, de acordo com Veneziano, diz respeito à necessidade permanente de atualização do Pacto Federativo. “É fundamental sempre levar ao debate parlamentar, nas duas casas congressuais, nas casas legislativas estaduais e nos parlamentos municipais, a reatualizarão permanente, como tudo ocorre em nossas vidas, num processo evolutivo, dia a dia, do nosso pacto federativo”.
Além destes três pontos, Veneziano destacou a necessidade de adaptação dos municípios à nova realidade advinda da pandemia da Covid-19, que trouxe grandes desafios para os gestores no pós-pandemia. “É esta nova realidade que os municípios estão vivenciando e é com essa nova realidade que nós temos que saber como vamos avançar nos dois anos de prejuízo que tivemos em diversos aspectos. Cito aqui, por exemplo, o processo de ensino-aprendizagem, que é um grande desafio das administrações municipais no pós pandemia”.
Veneziano finalizou afirmando que o Congresso Nacional tem feito a sua parte para contribuir com os aspectos por ele elencados, “debatendo, propondo e votando iniciativas que visem contribuir para que os municípios consigam avançar em vários aspectos da administração pública, sobretudo nesta nova situação pós pandemia”. Ao final de sua fala, Veneziano foi cumprimentado pelos presentes e elogiado pelas defesas que fez para o municipalismo, em nome do Congresso Nacional.
Assessoria de Imprensa
Segundo a pesquisa, 27,3% das pessoas pretendem comprar perfumes e 13% consideram presentear as homenageadas da data com um almoço ou jantar em um restaurante. Para 85% dos respondentes, a compra será destinada às mães. Já 20% pretendem presentear a esposa, 19% a sogra e 7% a avó. Um detalhe que indica um comportamento evidente do consumidor, na fase atual da pandemia, diz respeito ao local de compra: 73% planejam fazer as compras em lojas físicas, enquanto que 27% vão utilizar as plataformas virtuais (lojas online).
“Realizamos a pesquisa para auxiliar empresários e empreendedores que esperam o Dia das Mães para sentir o aquecimento das vendas. Quando entendemos o comportamento do consumidor e as pretensões dele em relação às datas comemorativas, donos de negócios podem se preparar melhor e direcionar algumas estratégias”, explicou Josuel Gomes, presidente da Abracinov. De acordo com ele, dois fatores chamam atenção na hora da compra e influenciam as atitudes do consumidor: a qualidade do produto, preço e promoções/descontos.
Em nível nacional, levando em consideração uma pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigente Lojistas (CNDL), realizada no último dia 20/04, Dia das Mães deve movimentar R$ 28 bilhões no varejo e 79% dos consumidores pretendem ir às compras em todo o Brasil.
- Confira a pesquisa da Abracinov completa!
Assessoria
Depois que o Cabo Gilberto pediu Destaque e manifestou-se contrário a aprovação do Requerimento, o deputado Jeová refutou os argumentos do parlamentar, alegando que esse debate a ALPB precisa fazer. “O Brasil está fazendo isso. Porque não se trata de concessão do instituto da ‘Graça’, mas de um favorecimento pessoal, a um criminoso que atentou contra o Estado Brasileiro, que praticou crimes contra as instituições brasileiras e aqui repito as palavras do ex-ministro Ayres Brito que diz não ser possível a concessão de indulto da ‘Graça’ a quem atenta contra o Estado Democrático de Direito e isso está previsto no Código de Processo Penal e está previsto em todas as decisões anteriormente já compreendidas nessa temática. O STF não aceita o indulto para perdão para quem quer desmontar a República Brasileira, agredindo ministros do Supremo, agredindo o Poder Judiciário”, disse Jeová, lembrando que o direito de dizer o que quer não é compatível com o instituto do direito parlamentar.
Jeová reforçou que Daniel Silveira foi punido pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos poderes e coação em processo judicial e, por isso, foi condenado a pena de oito anos e nove meses de reclusão, inicialmente, em regime fechado, bem como a perda do mandato de deputado federal, suspensão dos seus direitos políticos e multa. “No dia seguinte a pena instituída pelo STF, com um placar de 10x1, Bolsonaro editou um decreto concedendo a “graça constitucional” ao deputado Daniel Silveira. Entendemos que a concessão deste perdão por parte do Presidente da República afronta os preceitos basilares da Carta Magna, pois ele não pode tomar medidas inconstitucionais a seu bel prazer”, afirmou Jeová.
Para o deputado paraibano que é advogado e professor concursado da UFCG, o decreto presidencial deve ser declarado nulo. “Ele ainda concedeu graça constitucional a uma pessoa que não foi condenado por decisão judicial transitada em julgado e que sequer tenha havido a publicação do resultado do julgamento, ocorrido em 20 de abril de 2022. Além do mais, a graça compromete o princípio da moralidade, impessoalidade, tripartição dos poderes e a democracia”, finaliza Jeová.
Assessoria
A campanha tem como objetivos: discutir sobre o autismo e sua relação com as áreas de Terapia Ocupacional, Pedagogia, Psicologia e Nutrição, além de desmistificar o preconceito e/ou a falta de conhecimento sobre o transtorno do espectro autista. A programação é ao vivo, gratuita e transmitida por meio da plataforma Microsoft Teams.
Seguem as relações de palestras a ser realizadas nesta semana:
No dia 25 de abril, "A atuação da terapia ocupacional no transtorno do espectro autista" com Zilmar Filho (terapeuta ocupacional do HUJB);
No dia 26 de abril, "O autismo e o comprometimento da aprendizagem" com Idelane da Silva (pedagoga hospitalar do HUJB);
No dia 27 de abril, "intervenções psicológicas nos casos de autismo" com Lorena Cardoso (psicóloga do HUJB);
No dia 29 de abril, "abordagem nutricional no autismo" com Walnara Arnaud Moura Formiga (nutricionista do HUJB).
Assessoria
Trata-se do Processo TC 05959/20, que analisa a prestação de contas de 2019, sob a responsabilidade do Governador João Azevedo Lins Filho, conforme prescreve o artigo 36 da Lei Orgânica do TCE-PB, na forma estabelecida no Regimento Interno da Corte. A apreciação consiste na emissão de Parecer Prévio sobre as Contas do Governador, imperativo atribuído ao TCE pelas Constituições Federal e Estadual.
Consta no relatório técnico do Tribunal de Contas a verificação dos limites constitucionais, execução orçamentária, balanços e demonstrações financeiras, bem como outros subsídios que concorram para o conjunto de elementos que possam influir no parecer conclusivo. O relatório é submetido ao gestor para eventual defesa. Após última analise, vai ao Ministério Público de Contas para emissão de parecer.
Com base nos estudos das unidades técnicas da casa, bem como no Parecer emitido pelo Ministério Público de Contas junto ao TCE, o relator encaminha seu voto, que será submetido ao Pleno, em sessão extraordinária. É elaborado o parecer prévio favorável, ou não, sobre as contas do Governador. Este parecer é votado pelos conselheiros do TCE, e na sequência, encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem cabe o julgamento definitivo das contas.
Assessoria de Comunicação - TCE/PB
A Conferência aprovou o nome da professora Adjany Simplicio como pré-candidata ao Governo da Paraíba em uma possível composição com a (UP), na vaga de vice-governador/a.
Para o Senado, o (PSOL) aprovou o nome do professor e advogado Alexandre Soares como pré-candidato, ele terá como suplentes: Celso Batista, jornalista e servidor público do TJPB; e Sizenando Leal, professor.
Na chapa para concorrer à ALPB, serão 12 candidatos/as que, somarão com os nomes já aprovados pela Rede.
Para à Câmara Federal, quem soma na chapa da Federação é Tárcio Teixeira, que foi candidato ao Governo da Paraíba em 2014 e 2018.
Com Assessoria - PSOL/PB
O primeiro objetivo é elaborar uma análise quantitativa da ocorrência do diálogo direto entre as candidaturas e seus eleitores. O segundo objetivo é qualificar a natureza desse diálogo, classificando-o em três categorias: desconstrução da imagem pessoal, desconstrução da imagem política e crítica ao projeto político defendido pelo adversário. Tal classificação permite avaliar em que medida o diálogo vêm promovendo um crescimento ou decréscimo destas populações durante as últimas semanas, entre os projetos governamentais em disputa.
João Azevêdo - Começando pelo candidato a reeleição, o atual governador João Azevêdo, que recentemente trocou o Cidadania pelo partido através do qual foi eleito em 2018, voltando, portanto, ao PSB. Este tinha, até o início do ano, muitos apoios políticos, que acabou perdendo por fatores diversos. Muitos analistas avaliam que a perda vem ocorrendo em virtude da ausência de diálogo e articulações mal-sucedidas, alegação também citada pelos ex-aliados.
Foi assim que o gestor estadual perdeu o apoio do atual pré-candidato a governador da Paraíba, Senador e Vice-presidente do Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Sobre essa perda, o governador tentou, inicialmente, se aproximar do adversário do senador em Campina Grande, o ex-prefeito Romero Rodrigues (PSC), tentando atrai-lo para a vice-governadoria, sem sucesso. Segundo até mesmo aliados do governador, por falta de diálogo o grupo perdeu o apoio de Veneziano, que chegou a declarar que o MDB não seria somente chamado para compor ata no dia das convenções.
Em seguida, João, também por falta de diálogo, perdeu o apoio do deputado federal e pré-candidato a senador Efraim Filho (União Brasil), e de seu grupo, que cobravam ser chamados para dialogar com o governador. Esta semana, o atual líder do chamado “blocão” na Assembleia Legislativa da Paraíba, que dá sustentação política a João Azevedo, deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB), alegou em entrevistas que João tinha se reunido para tratar sobre a composição da chapa com o deputado federal e pré-candidato ao Senado, Aguinaldo Ribeiro, mais de 12 vezes em 120 dias e nenhuma com Efraim. Agora é o Republicanos que ameaça deixar a base de João caso ceda à pressão do Progressistas para que obriguem os republicanos a apoiarem a pré-candidatura de Aguinaldo a senador.
Veneziano Vital – Ao analisar essa postulação, nota-se um diálogo com seus aliados, o que é notável na sua ascensão, principalmente na última semana, quando ficou claro uma grande movimentação, inclusive com a adesão do prefeito Léo Bandeira e vários vereadores de Lucena, e também do prefeito Marcelo de Pilõezinhos, sem contar com os apoios já recebidos, como o do prefeito de Cabedelo Vitor Hugo junto com os vereadores, o de Brejo do Cruz e Joca Claudino, o do prefeito da cidade de Diamante, Hermes Mangueira, e de seu grupo político, dentre outras, à pré-candidatura a governador de Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
Pode-se dizer que foi a pré-candidatura que mais atraiu apoios políticos durante as últimas semanas. E todos os que passaram a apoiar Veneziano afirmaram que o fizeram por conta da falta de diálogo no grupo do governador. Tudo isso sem falar ainda do poder de mobilização que o Partido dos Trabalhadores (PT) poderá fazer a partir do momento em que o ex-presidente Lula anunciar a sua vinda à Paraíba, para declarar pessoalmente seu apoio ao candidato a governador Veneziano e ao pré-candidato a senador Ricardo Coutinho.
Pedro Cunha Lima - Filho do ex-senador Cássio Cunha Lima, Pedro comemorou o apoio de Efraim Filho e do União Brasil ao seu projeto. Continha foi dito, pela falta de diálogo com o governador. PCL também vem somando alguns apoios, mas luta para que seus aliados apoiem a pré-candidatura de Efraim a senador, tendo em vista que uma das suas maiores lideranças, o ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues, apoia o projeto a senador de Bruno Roberto (PL), o mesmo ocorrendo com outro aliado, o deputado federal Ruy Carneiro (PSC). Já Bruno Roberto, por sua vez, apoia a pré-candidatura de Nilvan Ferreira.
Noutra vertente, Pedro também teve perdas nesta semana, a exemplo do ex-lider do governo do prefeito de Campina, Bruno Cunha Lima (seu primo), o vereador Alexandre do Sindicato, que anunciou apoio a Nilvan. Pedro, também na comunicação visual de sua pré-campanha, sobretudo nas redes sociais, vem sendo criticado por promover a desconstrução da imagem pessoal da sua família, ao retirar propositadamente o sobrenome Cunha Lima do seu material.
Nilvan Ferreira – O jornalista, que se apresenta na pré-campanha como representante do presidente Bolsonaro na Paraíba, não vem conseguindo, por meio da sua narrativa, aglutinar grandes apoios de outras legendas, nem mesmo as tradicionais bolsonaristas como o PTB e PP, que apoiam o presidente a nível nacional.
Pelo seu perfil, percebe-se que o direcionamento de seus discursos e de suas estratégias de comunicação seguem uma orientação semelhante à do presidente Bolsonaro, como forma de atrair e fidelizar o público considerado “Bolsonarista” na Paraíba.
Conclui-se, desta forma, que a ocorrência do diálogo entre os pré-candidatos em 2022 se traduz na potencialização ou não da súbita competitividade de suas pré-campanhas.
Da Redação
Para Jeová, a ALPB e outras instituições democráticas precisam enfrentar esse debate. “Aonde o atual presidente quer chegar? Eu nunca vi falar que uma pessoa governasse numa democracia o tempo todo criando crises institucionais. Como pode um presidente poder dialogar com o mundo defendendo a tortura, o AI-5 e afrontando os poderes constituídos?”, questionou o parlamentar.
Na opinião do deputado paraibano, a concessão deste indulto individual, provoca um caos e um descontrole institucional no país. “Neste caso, o Sr. Daniel Silveira foi julgado pelo STF por ser deputado federal e ter foro privilegiado, tinha que ser neste fórum. Na Democracia não cabe um poder deslegitimar as instituições. Esse indulto de ‘Graça’ é uma afronta ao Estado Democrático, ao Poder Judiciário que em qualquer país do mundo tem um papel a cumprir que é o de administrar os conflitos e esse conflito criado por Daniel Silveira é um conflito que não pode ficar impune e sem reparação”, afirmou Jeová, lembrando que dos onze ministros, dez votaram a favor da punição, com exceção de um ministro que foi nomeado recentemente por Bolsonaro.
“A administração pública precisa ser regida pelo princípio da moralidade e impessoalidade. Um poder não pode querer transformar outro num poder servil. Não é possível isso. Anistiar um criminoso, que praticou um crime contra as instituições da República, que a todo tempo defende intervenção militar, violência, é inaceitável”, reiterou Jeová.
Retrospectiva
O deputado federal Daniel Silveira foi condenado, por 10 votos a 1, ou seja, por quase unanimidade do STF, a oito anos e nove meses de prisão, multa, perda do mandato e suspensão dos seus direitos políticos pelos crimes de coação em processo judicial e tentativa de impedir o livre exercício dos poderes da União. O indulto dado pelo presidente o livra da prisão e da multa, mas não da perda do mandato. “O que Bolsonaro fez, na realidade, foi tentar proteger um aliado, provocar tumulto e afrontar o Supremo em mais uma tentativa de enfraquecer a democracia e desmoralizar os poderes constituídos e a ALPB e outros poderes não podem ficar omissos diante deste absurdo”, finalizou Jeová.
Assessoria
Pedro Neto explica que seu funcionário tentou se livrar do assalto e acabou perdendo a direção do veículo, que desceu um declive da estrada, após ser baleado no braço. A ação dos bandidos aconteceu a 500 metros da PB 030, na altura do quilômetro 15, em Pedras de Fogo, no mesmo local do assalto anterior. Mas, Pedro Neto explica que essas ocorrências estão cada vez mais frequentes não apenas no município, mas em outras localidades de área rural do Estado. “É preciso que as forças de segurança pública olhem com mais atenção essa questão do aumento da violência no campo”, reitera o produtor, lembrando que o posto policial mais próximo da ocorrência fica a cerca de 15 km.
O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, lembra que além de Pedras de Fogo, as ocorrências de assaltos, roubos, furtos e até sequestros tem aumentado também em Alhandra e em áreas próximas e adjacentes da Bacia do Rio Gramame, além de Santa Rita e Mamanguape. “Não há policiamento regular e o aparato da segurança pública nestas regiões quase inexiste”, diz o dirigente canavieiro, lembrando que no final de agosto do ano passado a Asplan se reuniu com representantes das forças de segurança, a fim de formar uma força tarefa para combater esses crimes, mas, muito pouco se avançou neste sentido desde então. “É preciso reforçar policiamento no campo, abrir novos postos policiais e retomar a patrulha rural. A bandidagem está solta e nós, produtores e trabalhadores, reféns desta insegurança. Da forma como estamos hoje, a bandidagem está fazendo o que bem entende”, afirmou José Inácio.
Assessoria