quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Lei do Teste do Pezinho ampliado na PB completa um ano e Jeová destina todo valor de sua Emenda Impositiva para ajudar na sua implantação
O parlamentar autor da proposta lembra que o Teste Ampliado assegura o diagnóstico precoce de várias doenças que, atualmente, não são identificadas com o teste do pezinho usual, o que dificulta o tratamento e, em alguns casos, compromete a qualidade de vida das pessoas para o resto da vida. “A fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, o hipotireoidismo congênito, a hiperplasia adrenal, a galactosemia, a deficiência de biotinidase, a toxoplasmose congênita, a deficiência de G6PD, a fibrose cística, a anemia falciforme e outras hemoglobinopatias e leucinose só são identificadas com esse teste ampliado. Os filhos de quem têm poder aquisitivo fazem o teste, mas, os pobres não conseguem arcar com esse custo. Nossa proposta dá as mesmas oportunidades que tem os filhos de ricos de identificar precocemente alguma doença a tempo de tratá-la”, reitera Jeová.
Segundo o deputado, que na
semana passada, esteve reunido com o secretário Estadual de Saúde, Dr. Geraldo
Medeiros e outros representantes do Lacen, o processo licitatório para
aquisição dos kits e insumos para realização dos testes ampliados na rede
pública está em fase adiantada e, em breve, o exame estará disponível. “Espero
que esse processo seja concluído ainda esse ano para iniciarmos 2021 dando mais
segurança aos futuros paraibanos”, destaca Jeová, lembrado que Paraíba será
pioneira no Nordeste a implantar tal exame, seguindo outros estados que já
estão realizando os testes, a exemplo de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas
Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. “A Paraíba será o sexto estado do Brasil a
implantar em sua rede pública o teste do pezinho ampliado e eu estou muito
feliz por ter sido o autor desta Lei”, finalizou o parlamentar que é um dos
deputados mais atuantes da Paraíba na atual legislatura.
Assessoria
Senador Veneziano assegura mais R$ 200 mil para o Hospital da FAP adquirir equipamentos e materiais especializados
De acordo com Veneziano, os recursos serão utilizados para substituir antigos equipamentos de hemodiálise e adquirir termodesinfectadoras, melhorando a qualidade de atendimento prestado pela fundação. “Tenho me esforçado para contribuir com entidades como a FAP, que realizam um serviço de doação e cuidado com os paraibanos de todas as regiões. É preciso contribuir com quem contribui com a vida das pessoas”, disse Veneziano.
Recentemente, a FAP recebeu diversos equipamentos e utensílios para seu melhor funcionamento, frutos de outra emenda, no valor de R$ 400 mil, também de autoria do senador Veneziano Vital. Na oportunidade, chegaram à FAP quinze camas hospitalares, no valor unitário de R$ 15 mil, representando um investimento de R$ 225 mil.
A fundação também recebeu seis aparelhos de ar-condicionado, no valor de R$ 15 mil; e 35 poltronas adaptadas para pacientes, no valor de R$ 43.750,00. Ainda está prevista para os próximos dias a chegada de 27 televisores; 1 lavadora de estetoscópio e três veículos para transporte de materiais, totalizando a emenda de R$ 400 mil destinada por Veneziano.
Assessoria de Imprensa
Justiça Federal da 5ª Região restabelece realização de audiências de custódia
A Justiça Federal da 5ª Região restabeleceu a realização de audiências de custódia. de forma presencial e por videoconferência, por meio do Ato nº 467/2020. O documento, assinado pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5, desembargador federal Vladimir Carvalho, foi publicado em (07/12/2020).
Na impossibilidade de
realização de audiências presenciais, será admitida a utilização de plataforma
de videoconferência. A iniciativa do TRF5 está em conformidade com a Resolução
nº 357, de 26 de novembro de 2020, do CNJ, que “dispõe sobre a realização de
audiências de custódia por videoconferência quando não for possível a
realização, em 24 horas, de forma presencial".
No primeiro semestre deste
ano, o TRF5 suspendeu a realização das audiências de custódia no âmbito da
Corte e das Seções Judiciárias vinculadas, durante o período de restrições
sanitárias decorrentes da pandemia da Covid-19.
A medida estava de acordo com as Recomendações nº 62 e nº 68 do CNJ, que
tratam de medidas preventivas à propagação do vírus no âmbito dos sistemas de justiça
penal e socioeducativo.
Previstas em pactos e
tratados internacionais e implantadas no Brasil em 2015, pelo CNJ, as audiências
de custódia consistem na rápida apresentação do preso a um juiz nos casos de
prisões em flagrante. Nelas, também são ouvidas as manifestações do Ministério
Público, da Defensoria Pública ou do advogado do preso. São analisadas, entre
outros aspectos, a legalidade da prisão, a necessidade e a adequação da
continuidade da prisão ou da eventual concessão de liberdade, com ou sem a
imposição de outras medidas cautelares.
De acordo com dados do CNJ,
entre fevereiro de 2015 e dezembro de 2019, foram realizadas cerca de 652 mil
audiências de custódia em todo o país, com o envolvimento de pelo menos 3 mil
magistrados.
Divisão de Comunicação Social do TRF5
Por estupro, Robinho será julgado em 2ª instância na Itália nesta quinta (10)
Jogador brasileiro foi condenado a nove anos de prisão em primeira instância; uma nova decisão pode sair ainda nesta quinta-feira (10)
Na audiência, o procurador destacado para a fase de apelação vai encaminhar ao tribunal as suas conclusões sobre o caso, que será analisado por três juízes, como é praxe no sistema judiciário italiano. Os magistrados vão decidir se aceitam ou não as argumentações da defesa.
De acordo com as investigações, Robinho e cinco amigos teriam estuprado uma jovem albanesa em um camarim da boate milanesa Sio Café, onde ela comemorava o seu aniversário. O caso aconteceu em 22 de janeiro de 2013, quando o atleta defendia o Milan, e ele foi condenado em primeira instância em dezembro de 2017. Os outros suspeitos deixaram a Itália ao longo da investigação e, por isso, a participação deles no ato é alvo de outro processo.
Os advogados de Robinho afirmam que o atleta não cometeu o crime do qual é acusado e alegam que houve um "equívoco de interpretação" em relação a conversas interceptadas com autorização judicial pois alguns diálogos não teriam sido traduzidos de forma correta para o idioma italiano. Os defensores de Falco também dizem que seu cliente é inocente, mas pedem a aplicação mínima da pena caso haja condenação. O Estadão esteve na boate em Milão onde o crime teria ocorrido e constatou que o local passou por reforma após o episódio.
"Confiamos plenamente na Justiça italiana, no sucesso do recurso defensivo e na reforma da decisão, conscientes de que a submissão do feito às instâncias superiores permite justamente evitar erros judiciários e condenações injustas", afirmaram Marisa Alija e Luciano Santoro, que representam o atleta no Brasil.
Procurado pela reportagem em outubro, o advogado Franco Moretti, que representa Robinho na Itália, reforçou que seu cliente é inocente e disse que não pretende antecipar o conteúdo da defesa do atacante. O jogador afirmou que toda a relação que teve com a denunciante foi consensual e ressaltou que seu único arrependimento foi ter sido infiel à sua mulher.
Em entrevista ao Estadão, o
advogado da vítima, Jacopo Gnocchi, revelou que ela poderia ter solicitado o
pagamento de aproximadamente R$ 400 mil (60 mil euros) por danos morais, mas
optou por aguardar o andamento dos procedimentos jurídicos. Na sua visão, o
tribunal de Milão que condenou Robinho fez uma análise correta do caso. Ele
espera que a sentença seja confirmada. "A questão nunca foi financeira,
ela está em busca de justiça", declarou Gnocchi. A mulher, hoje com 30
anos, deve comparecer à audiência.
As estatísticas não são favoráveis a Robinho no caso de estupro coletivo. O histórico de sentenças em segunda instância no Tribunal de Milão, onde o processo está em andamento, aponta para a confirmação da pena.
De acordo com dados disponíveis no site do Ministério da Justiça italiano, dentre todos os casos penais julgados em segunda instância no período de 2011 a 2019, aproximadamente 7,5% das condenações foram convertidas em absolvição. Em contrapartida, 44,3% das penalidades foram mantidas. Nos 48% dos casos restantes, ou a inocência da primeira instância foi mantida ou réus antes considerados inocentes foram condenados. Os números são referentes a Milão.
Independentemente do resultado da audiência desta quinta-feira, Robinho continuará em liberdade porque as duas partes ainda podem recorrer ao julgamento em terceiro grau, que pode levar alguns meses para ocorrer. Robinho tem a presunção de inocência assegurada até o trânsito em julgado do processo, isto é, até que as fases de apelação se esgotem. E isso ocorre somente quando um caso chega à Corte de Cassação, terceira e última instância da Justiça da Itália, equivalente ao Supremo Tribunal Federal (STF) no Brasil. Só haverá aplicação de pena definitiva após condenação nesse grau, o que pode levar até dois anos.
POSIÇÃO DO SANTOS
Robinho foi anunciado como reforço pelo Santos em 10 de outubro, com vínculo por cinco meses e salário de R$ 1.500, além de bônus de R$ 300 mil de acordo com o número de jogos disputados. Porém, a condenação do atacante por estupro na Itália e a divulgação de conversas sobre o caso provocaram forte repercussão negativa do caso.
Após a grande repercussão negativa que gerou a perda de patrocinadores, o Santos suspendeu o contrato de Robinho, mas ainda não houve uma decisão definitiva a respeito do futebol do jogador no clube. Certo é que ele não procurou nenhuma equipe antes do julgamento em segunda instância.
Na visão do presidente
Orlando Rollo, seria precipitado avaliar o vínculo enquanto o recurso do
jogador na Justiça não é analisado. E o plenário do Conselho Deliberativo
acolheu o seu pedido no fim de outubro para que o caso não fosse avaliado. Antes,
porém, o mandatário santista afirmou que os áudios divulgados "são
gravíssimos".
O Tempo
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Jeová Campos reúne equipe do gabinete para avaliar os dois primeiros anos do atual mandato e programar segundo biênio
“Temos contribuições
importantes na área de recursos hídricos, saúde, educação, agricultura familiar
e em outras áreas também, além de uma produção muito boa de projetos e
propostas, muitas das quais viraram leis importantes e acho importante que as
pessoas conheçam essa produção até para usufruírem delas. Penso que dei nos
meus dois mandatos anteriores e neste atual, que estamos na metade dele, uma
importante contribuição ao parlamento paraibano e ainda faremos muita coisa até
2022”, destacou o deputado.
A lamentar somente o desgaste físico, emocional e também da limitação de sua voz que o impede, atualmente, de fazer grandes e eloquentes discursos. “Todos sabem que tive um câncer na garganta, que graças a Deus foi curado, mas me deixou sequelas que limitam meu timbre de voz e minha capacidade de expressão através de discursos, mas, sigo teimando e superando meus limites porque a missão que o povo paraibano me confiou eu vou honrar até o último dia desta legislatura”, reforçou ele.
Participaram da reunião o
assessor jurídico do gabinete, Hugo Moreira, a chefe de gabinete, Luciana
Mendes, o assessor Carlos Mello, o ator Buda Lira, a advogada Tais Campos e a
jornalista Eliane Sobral, assessora de imprensa do parlamentar, que ficaram com
a missão de produzir um documentário institucional sobre o mandato, um
informativo de balanço dos dois primeiros anos de atuação do parlamentar no
atual mandato e ainda avaliar a possibilidade de lançar esses materiais em um
encontro com a Imprensa paraibana.
Assessoria
Barrado pelo STF, Alcolumbre cogita paraibana Daniella Ribeiro para presidência do Senado
Nessa lista de Alcolumbre não há menção a nenhum senador do MDB, partido de onde deve sair o nome apoiado pelo Palácio do Planalto.
Segundo auxiliares de Jair Bolsonaro (sem partido), hoje os favoritos do presidente são os líderes do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), e no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).
Bolsonaro chamou Alcolumbre para uma conversa, que deve ocorrer até esta quarta-feira (9).
Na lista de Alcolumbre estão Antonio Anastasia (PSD-MG), Nelsinho Trad (PSD-MS), Lucas Barreto (PSD-AP), Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Marcos Rogério (DEM-RO) e Daniella Ribeiro (PP-PB).
Irmã do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que tenta se cacifar para presidir a Câmara, Daniella está licenciada desde o fim de setembro por motivos pessoais e retorna em janeiro. Ela entrou na lista de Alcolumbre não exatamente por ser do Progressistas, mas por ser mulher.
Segundo uma pessoa próxima a Alcolumbre, o presidente do Senado quer definir o nome de seu candidato antes da conversa com Bolsonaro.
Alcolumbre estava em Macapá (AP) cuidando da eleição do irmão, Josiel (DEM), e retornou a Brasília na noite de segunda-feira (7). Desde então, tem visitado senadores em seus apartamentos funcionais para conversas individuais.
A estes interlocutores o presidente do Senado tem dito que não deixará de conversar com ninguém, inclusive do MDB.
Auxiliares de Alcolumbre
ponderam que os nomes defendidos por ele não são diretamente ligados ao
Planalto, mas têm diálogo com o governo e identidade com a pauta econômica.
Folha Online
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
SCTranas revitaliza sinalização e equipamentos de avenidas de Cajazeiras
Os serviços foram iniciados
pela revitalização das faixas de pedestres, como as das Avenida Padre José
Tomaz e Carlos Pires de Sá, incluindo a rotatória desta última, com a colocação
de tachões.
"Estamos concluindo a
fabricação das placas e conseguimos recuperar mais 30, que serão reutilizadas
para melhorar a sinalização na cidade de Cajazeiras", disse João Vítor
Mendes, superintendente da SCTRans.
Segundo ele, em parceria com
a Secretaria Municipal de Infraestrutura, uma operação tapa-buracos foi
iniciada pela Avenida Aldo Matos de Sá.
Outro serviço realizado pela
SCTran foi a substituição do semáforo da Avenida Pedro Moreno Gondim, nas
proximidades do Colégio Estadual de Cajazeiras, que havia sido danificado após
um acidente de trânsito.
Secom-Cz
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Área Verde do Complexo de Patos ganha novas cadeiras reclináveis para dar maior conforto aos pacientes
“Com essa melhoria e
aquisição das cadeiras reclináveis tornamos o ambiente da Área Verde mais
humanizado, melhoramos fluxos internos e a própria apresentação do ambiente que
ficou mais claro, funcional e agradável, melhorando sensivelmente o atendimento
aos pacientes que precisem de cuidados nesta área de nossa unidade”, destaca o
diretor geral da unidade, Francisco Guedes. Antes o hospital dispunha de seis
cadeiras. Agora tem doze.
Assessoria
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Prefeitura de Cajazeiras abre mês natalino com instalação de presépio em praça
Praças, rotatórias e outros pontos da cidade, estão contemplados com o projeto, que visa deixar a cidade bem mais iluminada e aconchegante para as festividades de final de ano, e que tem como principal atração o espetáculo do Auto de Natal, programado para o próximo dia (22), em live, para se evitar concentração de público, em respeito as orientações das autoridades sanitárias.
O prefeito Zé Aldemir disse
que a gestão mantém o compromisso de preparar a cidade para a população viver
intensamente a tradição do Natal.
Assessoria de Imprensa
Estado deverá indenizar familiares de apenado morto por tuberculose, que teria sido adquirida em presídio de Cajazeiras
A decisão foi proferida nos autos da Apelação Cível nº 0800718-72.2017.8.15.0131, oriunda da 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras. A relatoria do caso foi da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti.
Nas razões do apelo, aduzem os autores/apelantes serem companheira e filhos do detento, que fora preso em 22/06/2015, acusado por suposto cometimento do delito previsto no artigo 157, §2º, I c/c artigo 14, II, do Código Penal, e recolhido ao Presídio Regional de Cajazeiras. Afirmam que, ao ingressar na entidade prisional, o apenado não foi submetido a nenhum exame ou consulta médica, mas, tão somente, o laudo de constatação de lesão corporal ou ofensa física, que não é suficiente para verificar doenças.
Dizem, ainda, que o apenado se viu acometido de grave doença pulmonar, que iniciou com uma simples gripe, e por não ter tido os cuidados devidos, seu quadro clínico evoluiu para pneumonia e posteriormente tuberculose. Por conta da doença, o apenado chegou a reclamar por atendimento médico inúmeras vezes, queixou-se aos agentes penitenciários, policiais e a sua companheira, no entanto, à família só restava pedir e esperar pela assistência da Administração Penitenciária, o que se mostrou insensível aos diversos pedidos.
Prosseguem relatando que a omissão do Estado levou o apenado a óbito, em 23 de abril de 2016, embora o resultado fosse previsível, notadamente em razão de a insalubridade do presídio ter sido fator preponderante para o problema de saúde do apenado. Salientam que a transmissão da tuberculose é direta, de pessoa para pessoa, sendo certo que a aglomeração dos detentos foi determinante para o acometimento da enfermidade à vítima, a qual teria sido revertida se não fosse a omissão do Estado quanto a fornecer um tratamento adequado.
Nas contrarrazões apresentadas, o Estado da Paraíba aduziu, em suma, que a responsabilidade no caso é subjetiva, dependendo da comprovação de culpa. Assevera que os fatos constitutivos do direito autoral não foram provados, assim como não restou provada a situação do quadro clínico do apenado, bem ainda que ficou demonstrada a ausência de omissão, em razão de encontrar-se o detento hospitalizado quando foi a óbito, dias depois de ser colocado em regime aberto. Pugnou, ao final, pelo desprovimento do recurso.
Examinando o caso, a relatora entendeu que a omissão do Estado restou configurada, diante da ausência de atendimento, uma vez que fora solicitado acompanhamento médico, sem que o apenado tivesse recebido o tratamento adequado, sendo levado ao hospital quando a doença se apresentava avançada, já se encontrando em estado gravíssimo. "Não bastasse ter sido contagiado pela doença nas dependências do presídio, o detento não teve acesso às medidas que poderiam ter sido adotadas pelo Estado para impedir a ocorrência do evento, ou, ao menos, o resultado morte. Assim sendo, entendo que a sentença deve ser reformada porquanto o Juízo de primeiro grau, embora tenha dito que se aplicava à espécie a responsabilidade objetiva, não deu à causa melhor solução, pois, uma vez aplicada tal modalidade, o ônus da prova passou a recair sobre o Estado, a quem caberia a prova de que a vítima já havia entrado no presídio acometido da doença que o levou a óbito quase um ano depois de preso, quebrando, assim, o nexo de causalidade", destacou.
Para a desembargadora-relatora,
estão presentes o dano, a omissão ilegal e o nexo causal, verificado a partir
dos elementos dos autos, que demonstram ter o preso sido recolhido no Presídio
Regional de Cajazeiras em 23/06/2015, apresentando tuberculose no período em
que permanecia encarcerado, e sobrevindo o seu falecimento em 23 de abril de
2016 (quase um ano depois), quando se encontrava internado em estado
gravíssimo. "Considerando-se que a morte por tuberculose deu-se ao fato de
o apenado haver contraído a doença muito provavelmente no cárcere, pois nesse
ponto, o Estado da Paraíba não eximiu do seu dever de provar a exclusão da sua
responsabilidade, resta patenta a negligência do Estado quanto ao atendimento
ao custodiado, bem como de forma a impedir a evolução do quadro. Nenhuma prova,
nesse sentido, foi produzida pelo ente público", pontuou. Da decisão cabe
recurso.
Confira, aqui, o acórdão.
Assessoria de Imprensa / TJPB
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
Deputado Jeová Campos lembra os 67 anos de Uiraúna
67 anos de Uiraúna
“Quero saudar o povo de Uiraúna nesta data tão importante.
Viva Uiraúna e sua gente”, destacou o parlamentar.
Assessoria









