A gestora prepara uma reunião estratégica com profissionais da imprensa local que possuem cargos comissionados ou contratos de prestação de serviço com o município.
O objetivo central é cobrar reciprocidade e apoio irrestrito aos seus candidatos para as eleições 2026, com foco principal na defesa e sustentação do projeto de reeleição do deputado estadual Júnior Araújo na cidade.
Fontes ligadas ao governo municipal apontam que a prefeita não tolerará "duas caras" na mídia local. Profissionais que mantêm contratos com a folha de pagamento do município, mas que continuam alinhados ou defendendo o grupo político de Zé Aldemir e da deputada Dra. Paula, enfrentarão a demissão imediata, como aconteceu recentemente com o servidor e suplente de vereador “Jacaré do Trânsito”.
O movimento visa blindar a gestão e garantir que os espaços nos programas de rádio, portais de notícias e redes sociais financiados pelo erário municipal sejam utilizados exclusivamente para fortalecer o novo grupo governista liderado por Corrinha e Júnior Araújo.
A manobra governamental ocorre em um cenário de total autonomia política para a gestão. Historicamente, as entidades de classe e sindicatos da imprensa na região de Cajazeiras não interferem nessas decisões de cargos de confiança, tratando as nomeações e contratos de mídia como decisões administrativas discricionárias do Executivo.
Sem barreiras corporativas ou sindicais, os comunicadores cajazeirenses que possuem vínculos financeiros com a prefeitura enfrentam agora uma escolha puramente política: alinhar o discurso editorial ao projeto de Júnior Araújo ou arrumar as malas para deixar os quadros do município.
As próximas semanas devem consolidar uma verdadeira "dança das cadeiras" nos microfones e redações de Cajazeiras. Vale ressaltar, que cinco profissionais leais, ao ex-prefeito Zé Aldemir que estão na folha de pagamento da “Casa Branca” local, declaram abertamente seus apoios a Aldemir.
Redação
