Para manter o nível de atividade, empresas teriam de elevar em 16,7% o volume de contratações nos dois setores, calcula o economista Hélio Zylberstajn, da FEA/USP; perspectiva é de que empresas recorram à informalidade para conter alta de custos
Nos últimos meses, esses dois setores já vinham enfrentando escassez de mão de obra para preencher as vagas em aberto. Agora a perspectiva é de que esse déficit aumente ainda mais por causa da necessidade de novas contratações a um custo maior para as empresas.
Só no Estado de São Paulo, o maior mercado de trabalho do País, havia em maio 35 mil vagas em aberto nos supermercados. Na construção civil, o déficit no Estado em meados do ano superava 100 mil vagas, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), que reúne as construtoras.
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Fonte: Estadão
