Acompanhado por uma caravana de apoiadores, o parlamentar cumpriu agendas estratégicas na cidade, que começaram com uma calorosa recepção ao lado dos amigos Marcos Eron, André Gadelha e do advogado e professor Ernany Quirino.
O ponto alto da agenda institucional aconteceu no Palácio do Bispo, onde o senador foi recebido por Dom Francisco de Assis Gabriel dos Santos, bispo diocesano. Na oportunidade, Veneziano enalteceu o convite e o relevante trabalho educacional desenvolvido pela Diocese de Cajazeiras, destacando o papel da instituição na formação de centenas de jovens e adultos de toda a região do Sertão. Em suas redes sociais, o senador classificou o encontro como um momento de "diálogo, troca de experiências e reconhecimento da educação como instrumento de transformação social".
Apesar do clima de cordialidade e das palavras elogiosas durante a visita ao bispo nesta última quarta-feira, o clima nos corredores políticos não foi apenas de festa. O que deveria ser uma agenda de total proximidade acabou expondo insatisfações internas na base aliada.
Correligionários locais não esconderam o descontentamento e criticaram abertamente o que chamaram de "blindagem" excessiva em torno do senador. Segundo relatos de bastidores, o forte cerco de assessores e do núcleo mais próximo de Veneziano acabou dificultando o acesso de lideranças regionais e militantes que esperavam um contato mais direto com o parlamentar durante a sua estadia em Cajazeiras.
O episódio reacendeu o debate sobre a necessidade de maior abertura no diálogo com as bases no Sertão, mostrando que, embora a agenda institucional tenha sido um sucesso, a articulação política interna precisará aparar arestas após a visita.
Redação


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